Alimentação saudável na gravidez.

GrávidaSe você não era de se preocupar muito com a comida, agora, com a gravidez, vale a pena passar a fazer refeições mais pensadas e equilibradas. Limite a quantidade de guloseimas e de fast food, que têm muitas calorias e poucos nutrientes, e se preocupe em ingerir alimentos ricos em ácido fólico (ex: tomate, espinafre, brócolis…); ferro (ex: cereais, feijão, linhaça…); cálcio (leite e derivados); proteínas (ex: carnes, ovos, peixes…).

Algumas dicas importantes que aprendi e acho que vale repassar: É de extrema importância o suplemento de ácido fólico, desde uns 3 meses antes da gravidez até o final do primeiro trimestre, este vai auxiliar na formação do tubo neural do bebê, evitando possíveis más formações; Se você já sofre de intestino preguiçoso, ajuste sua alimentação desde já, comendo mamão em jejun, ameixa, pão integral, e evite tudo aquilo que possa dificultar o processo, como maçã, goiaba, excesso de carboidrato, pois o problema tende a piorar na gestação. Suco de laranja é recomendável tomar todos os dias, pois este ajuda na absorção do ferro por seu organismo. Evite comidas muito condimentadas e gordurosas, refrigerantes (principalmente coca-cola) e cafeína, tente recorrer ao descafeinado.

Mamães sofrem desde o momento que se descobre a gravidez (rsrs). Então, lembre-se, qualquer dúvida pergunte sempre ao seu médico, ele conhece sua gravidez e vai avaliar melhor o que você deve restringir ou não.

Quais são as comidas erradas?

A grávida pode comer quase tudo, mas deve evitar alguns tipos de alimentos. São eles:

  • Peixes e frutos do mar crus, como ostras e sushi (o sushi pode ser ingerido se o peixe tiver sido congelado antes).
  • Queijos de casca branca, como brie e camembert, e queijos com fungos, como roquefort e gorgonzola. Evite também queijos do tipo frescal (ou “minas”), que podem ser feitos com leite não-pasteurizado. O problema é a possível presença de uma bactéria que causa a listeriose, doença que pode prejudicar o bebê.
  • Carne bovina malpassada ou crua (como carpaccio), carne de porco malpassada e ovos crus (como massa de bolo, gemada, ovo frito com gema mole e algumas sobremesas — musses, por exemplo). A precaução é para evitar bactérias que possam afetar o bebê.
  • Bife de fígado e miúdos, para evitar a sobrecarga da forma retinoica da vitamina A, que pode ser prejudicial ao feto.
  • Cação, peixe-espada e tubarão, que podem conter níveis perigosos de mercúrio. O atum deve ser limitado a quatro latas por semana ou dois filés frescos por semana, pelo mesmo motivo. Outros peixes são seguros e fazem bem ao bebê e a você.
  • Bebidas alcoólicas. O consumo de álcool pode causar sérios problemas no bebê, por isso os especialistas recomendam cortar totalmente as bebidas alcoólicas na gravidez.
  • Bebidas e alimentos com cafeína. Pesquisas ligaram o consumo de mais de 300 mg de cafeína por dia ao risco de aborto espontâneo e de a criança nascer com baixo peso, e um estudo especulou que até doses bem pequenas de cafeína já podem influenciar na perda do bebê.

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Jennifer Santos-Tecnologia em Alimentos
Fonte: CF Noticias 

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