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Robô x ET

Cristiano RonaldoO que esperar quando você disputa algo contra Lionel Messi e Cristiano Ronaldo? Tem como ganhar de uma máquina e de um alienígena? Espera… máquinas e alienígenas jogam futebol?

Cristiano Ronaldo é símbolo de que treino aliado à dedicação faz milagre.Faz milagre não, dá resultado! Um robô português que se alimenta de gols e títulos, ”apenas” disso. Corre como se fosse uma Ferrari e os defensores um Fusca. Não me levem a mal, gosto de Fuscas, mas…

E Messi? Um alienígena perdido em nosso mundo. Não sei como veio parar aqui e muito menos o porquê dele estar aqui. Minto, sei sim. Para nos mostrar que os ETs sabem jogar futebol, e muito. Mas é capaz de Messi ser extraterrestre no mundo dos extraterrestres, de tão genial e diferente que ele é.

Depois de pensar muito, quero parabenizar Antoine Griezmann. Você é o melhor jogador do mundo…do mundo humano.

João Marcos Bisca

http://www.resenhaesportiva.com/2017/01/robo-x-et.html

O que aconteceu com time do Parma?

ParmaA Società Sportiva Dilettantistica Parma Calcio 1913 (ex-Parma Football Club e Parma Associazione Calcio) é um clube de futebol italiano profissional com sede em Parma.

Protagonista de inúmeras histórias, que constam glórias no futebol italiano, vive um dos piores momentos de sua vencedora existência.

A equipe conquistou ao longo de sua história:

Simbolo Parma– 2 Ligas Europa da UEFA;

– 1 Recopa Europeia;

– 1 Supercopa Europeia;

– 3 Copas da Itália;

– 1 Super Copa da Itália.

Inúmeros foram os craques e ídolos que vestiram a camisa do Parma Football Club, dentre eles: Gianluigi Buffon, Carlo  Ancelotti, Gianfranco Zola, Fabio Cannavaro, Alberto Gilardino, Antonio Cassano, Hernán Crespo, Ariel Ortega, Juan Sebastian Verón, Lilian Thuram, Faustino Asprilla, além dos brasileiros Alex, Junior, Amoroso, Zé Maria e Adriano “Imperador”.

No dia 22 de junho de 2015, o Parma, que terminou a Serie A 2014-15 na última colocação na tabela de classificação, declarou oficialmente a segunda falência de sua história.

Ninguém imaginaria que uma equipe tão tradicional chegaria  a ficar sem dinheiro para abrir seu estádio, com empresas de aluguel de ônibus levando os carros de volta,  lavanderia fechada por falta de pagamento, os notebooks e máquinas da academia confiscados pela Polícia Federal, dentre outros problemas.

O Parma do início dos anos 1990 era uma força crescente na Itália: bancado pela Parmalat, empresa que também patrocinou o Palmeiras, contratou jogadores importantes, montou um elenco forte e passou a brigar na parte de cima da tabela.

A queda começou quando a Parmalat decretou falência em 2003. Toda a sustentação financeira do Parma caiu. Um ano depois, o clube foi declarado insolvente e teve de mudar de nome. A partir dessa transição, a equipe infelizmente teve que mudar seus planos em suas temporadas, “lutando para não ser rebaixado”.

Giampietro Manenti, presidente dos “Crociati”, declarou falência em março de 2015 e as dívidas totais do clube foram avaliadas em R$ 670 milhões. Dentro desse montante estão os encargos esportivos, que ultrapassam R$ 250 milhões. O clube esperava um investidor para abater a dívida e se livrar do processo de falência que o rebaixaria, mas não teve sucesso.

DiogoPor: Diogo Costa, estudante de Direito da FACAPE.

Super Miojo!

biro-biroSe eu começar falando de Antônio José da Silva Filho provavelmente ninguém vai saber de quem se trata. E se eu falar que esse nome se esconde sob a alcunha de Biro-Biro? Pois é, hoje vou falar de ninguém menos que o craque inconfundível, que ficou famoso quando jogou no Corinthians. E olhe que no evento de sua contratação o então presidente Vicente Matheus o anunciou como Lero-Lero…

E foi justamente no clube paulista que esse pernambucano de Olinda fez seu mais importante gol, na final do Campeonato Paulista de 1982, contra o São Paulo, em um lance em que a bola passou por baixo das pernas de Valdir Perez… Chegou a ser convocado para a seleção brasileira, mas não chegou a disputar nenhuma Copa do Mundo.

Por essa razão, não pode ser encontrado em nenhuma versão de vídeo-game da época. Há, porém quem diga que o cabeludinho da lateral esquerda do Brasil (Ferreira) seja o seu respectivo avatar no jogo International Superstar Soccer Deluxe. Há ainda quem diga que a ideia original do macarrão instantâneo surgiu literalmente de sua cabeça. Mas como a autoria foi surrupiada, Birô-Biro criou um arroz com seu nome.

Em 2008 foi eleito o maior jogador da História, ao desbancar ninguém menos que Maradona por um voto, em uma campanha publicitária da Coca-Cola. E nós temos que concordar com isso, não é verdade?

Por: Thiago Senra em http://www.resenhaesportiva.com

Geração vencedora x Seleção com história

downloadFala galera! A Copa do Mundo está se aproximando e junto com ela surgem os favoritos ao título. Brasil, Itália e Alemanha sempre aparecem nessa lista, independente da fase em que as seleções ocupam. Fora essas três, qualquer outra seleção, e nisso incluo a Argentina também, só entraria nessa lista com uma geração vencedora.

Na história das Copas, desde 1930, existem as gerações vencedoras. Alguns exemplos recentes estão na França de Zidane e na Espanha de Xavi e Iniesta. Também podemos falar da Argentina de Maradona, da Holanda de Cruijff, da Hungria de Puskas…

Mas afinal, o que são essas gerações?

Simples, são equipes que fazem muito sucesso durante um determinado período de tempo, e conforme esses craques vão se aposentando, a equipe “volta ao normal”.

A França teve uma ótima fase entre 80 e 86, com Platini, Tigana e Giresse. Depois disso sumiu do mapa, ficou fora das Copas de 90 e 94, voltando a jogar apenas em 98, em casa, e foi assim que surgia uma nova geração vencedora sob a batuta de Zidane, Desailly, Henry e Trezeguet.

A Argentina venceu o Mundial de 78, em casa, mas antes disso, em 10 edições da Copa, apenas na primeira, em 1930, conseguiu chegar até a final do torneio. Em 4 ocasiões os argentinos não se classificaram nem para o Mundial, em outras 3 foram eliminados na 1ª fase. De 93 pra cá, depois do título da Copa América, a seleção principal não venceu mais nada, o melhor resultado em Copas aconteceu em 2010, quando terminou na 5ª colocação, eliminada nas quartas de final. Pra quem aposta em Messi e cia pra 2014, melhor repensar essa possibilidade.

Na contrapartida dessas gerações vencedoras aparecem as três seleções com história: Brasil, Alemanha e Itália.

Em 19 edições da Copa, o Brasil participou de todas, vencendo 5 e chegando ao menos na semifinal em 10 oportunidades. A Alemanha venceu 3 e chegou em 12 semifinais, em 17 edições que participou. Já a Itália ganhou 4 de 17, chegando a 7 semifinais.

Diante disso tudo, fica claro que de favoritas mesmo, a Copa do Mundo só conta com três. O resto, se chegar ao título, não passará de uma geração vencedora.

Fui!

Postado por Luiz Paulo Knop 
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Grandes jogadores do folclore popular: Beto Cachaça

beto_andredurao-7Joubert Araújo Martins. Lendo este nome (e se não fosse pela imagem ao lado, claro), poucas pessoas vão saber de quem eu vou falar aqui neste post do Resenha. Se eu falar “Beto”, muitas pessoas poderão ter alguma idéia que remeta a ele. Agora, se eu falar “Beto Cachaça”, tenho certeza que todo mundo se lembrará na hora de quem é o cidadão. Pois é, Beto Cachaça é o personagem de hoje do  “Grandes jogadores do folclore popular”.

Nascido em 1975 e sempre atuando como meia, Beto ficou famoso por ter sido um jogador que conseguiu ter boas atuações e conquistar títulos pelos quatro grandes clubes do RJ. Teve um início de carreira arrasador pelo Botafogo, em 1995, que culminou inclusive no título do Campeonato Brasileiro para o alvinegro. Chegou rapidamente à Seleção Brasileira e foi contratado pelo Napoli. De volta ao Brasil, atuou pelo Grêmio e São Paulo, além dos outros 3 grandes cariocas: Flamengo, Fluminense e Vasco.

Mas Beto Cachaça ficou famoso também fora das 4 linhas. Pra começar, ele foi contratado pelo Botafogo pelo “montante” de 50 pares de chuteiras. Isso mesmo, 50 pares de chuteiras. Seu apelido, claro, já contribui pra sua fama: Beto ficou famoso por algumas histórias de que ele chegava na concentração e até atuava em alguns jogos sob efeito alcoólico.

Por isso, ficou nacionalmente conhecido como Beto Cachaça e Beto Balada. Já admitiu também que esteve envolvido com drogas na sua infância, antes de jogar futebol profissionalmente. Culpou as más companhias e ficou tudo certo.

Tem mais: já deu entrevista dizendo que, na época em que ele estava no auge da sua carreira, chegou a derrubar os técnicos Lazaroni e Joel Santana, tamanha era sua moral dentro dos clubes.

No início do ano passado, Beto deu uma entrevista para o programa Esporte Fantástico da Record, onde conta muitas dessas histórias: sucesso, glória, tristeza e passagens engraçadas.

Hoje, Beto já recusou a carreira política, coloca sua família em primeiro lugar e diz que está esperando a empresa (um buffet) de sua esposa vingar para que ele possa deitar no sofá e viver o resto de sua vida de perna pro alto.

Grande Beto Cachaça!

Por: Osmar Sexto.

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“Sou culpado”. E se a moda pega?

treinadorOntem estava dando uma olhada nas notícias do futebol internacional e uma me chamou atenção. Não era sobre futebol, especificamente. A matéria era a respeito do presidente do Bayern de Munique, uma das equipes mais badaladas de 2013 e 2014, atual campeão da Liga dos Campeões e Campeonato Alemão. Pelo visto, ainda tem grandes chances de repetir a dobradinha neste ano de 2014. Pois bem, o presidente é o alemão Uni Hoeness. Ele é ex-jogador e atuou inclusive pela seleção alemã campeã do mundo em 1974, ao derrotar a Holanda na final.

Feita esta introdução, pra quem não leu nada a respeito sobre a notícia, Uni Hoeness foi condenado a três anos e meio de prisão por fraude fiscal. O julgamento já havia iniciado na segunda-feira e o presidente foi acusado de ter sonegado 27 milhões de euros (cerca de 89 milhões de reais) da receita alemã ao longo dos anos. A promotoria ainda havia pedido que o dirigente tivesse uma pena de cinco anos e meio, dois a mais do que o resultado da condenação. Ainda cabe recurso e a defesa de Hoeness ainda deve agir.

O mais engraçado dessa história toda foi que o próprio Hoeness optou por denunciar a si mesmo, no início de 2013, para regularizar sua situação. Ele mesmo admitiu ter sonegado 18.5 milhões de euros (embora a promotoria tenha apontado o valor de 27.2 milhões de euros), com o intuito de ter apenas que pagar uma grande multa e se livrar do pesadelo. Mas não foi o que aconteceu. Ele foi detido em Março de 2013 e, ao pagar fiança no valor de 5 milhões de euros, foi liberado e pôde aguardar o julgamento em liberdade.

O que estou discutindo aqui é que, com certeza, boa parte dos bens e dinheiro de Hoeness veio de sua profissão de dirigente esportivos. É óbvio que boa parte desse dinheiro foi usado para lavagem, sonegação e demais crimes fiscais. É aí que eu pergunto: e se a moda pega? E se todos que tivessem culpa no cartório se entregassem? Eu poderia estar falando até das pessoas “comuns”, do dia-a-dia, de mim, de você. Mas vou me ater ao cenário esportivo. Ou melhor, vou me ater ao cenário esportivo brasileiro. Mais específico ainda, ao futebol brasileiro. Imagina se todos os dirigentes que já tenham desviado dinheiro, lavado dinheiro ou sonegado imposto decidissem se entregar e cumprir a pena devida.

Ficaria algum livre pra contar história?

Até a próxima!

Por:  Osmar Sexto 
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